Hardee: Como será o futuro da acessibilidade

Acessibilidade: como será o futuro da acessibilidade em nosso País?!
Falamos, na edição anterior, sobre a acessibilidade imposta, aquela exigida em lei, onde os equipamentos que deveriam fazer a acessibilidade do público, com necessidades de acessibilidade plena, estão parados por falta de manutenção.
As leis que impõem aos prédios públicos e, agora, condomínios (comerciais e residenciais) que tenham elevadores para atender, desde cadeirantes até pessoas idosas com dificuldades para subir escadas, não previram que os dirigentes de autarquias, entidades e síndicos, sem a devida imposição e fiscalização dos órgãos governamentais fossem abandonar estes equipamentos ao ostracismo, à ferrugem e até ao “desmanche”. Em um canto do prédio, tido como “acessível”, lá está a maioria dos elevadores plataformas que foram instalados e nunca ou pouco funcionaram.
Mas o que leva prédios públicos e particulares a investirem em equipamentos de acessibilidade e deixá-los sem manutenção até que se deteriorem?
Conscientização!
Não há lei que “pegue” sem que a população de um país queira. As leis de “acessibilidade” no Brasil são tidas como as mais completas e acertadas no mundo. Entretanto, esbarram na “ignorância sobre acessibilidade, por parte da geração gerenciadora”, a qual não está devidamente vivenciada com os problemas de uma população de milhões de pessoas, cujo tipo de deficiência física (momentânea ou definitiva), as impedem de deixarem seus espaços por não encontrarem condições adequadas de locomoção nas cidades, correndo o risco de acidentes se assim o fizerem.
Geração gerenciadora
A “geração gerenciadora” a qual acabamos de nos referir, é uma classificação, por faixa etária, com ciclos de 40 anos. São pessoas entre 30 e 50 anos (média de 40 anos) que tomam as decisões do mundo neste momento, mas que em termos de “Acessibilidade” só foram conviver com o fato, há pouco tempo, portanto, não tem a “cultura” que a próxima geração terá.
Os historiadores da humanidade afirmam que o mundo muda a cada 40 anos, exatamente pela mudança do ciclo de vida das pessoas. A cada nova geração, novos conceitos de vida são colocados em prática, para melhor ou para pior.
Próxima geração
A próxima geração, pessoas, de idade entre 0 e 20 anos (média de 10 anos) que, neste momento, estão em desenvolvimento psicológico e cultural, gradualmente formatando sua personalidade. Recebem forte carga cultural a respeito de acessibilidade, por parte das escolas que trabalham projetos e trabalhos sobre a “Convivência com as Diferenças”. Exemplo disso é a ADEFAL, a Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas e, também, a Escola de Cegos que vem trabalhando a nova geração com palestras, visitas de alunos de escolas de primeiro e segundo graus às entidades, tudo para que esta futura “geração gerenciadora” tenha plena consciência das necessidades arquitetônicas que os deficientes precisam para se integrarem à cidade, em termos de acessibilidade.
“Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo. Os homens se educam entre si, mediados pelo mundo”. Paulo Freire.
Acessibilidade já!
A nossa intenção é a de conscientizar e mudar o conceito de acessibilidade já, sem apostar somente na geração futura. Projetos arquitetônicos adequados e tecnologias de equipamentos estão disponíveis, leis de incentivo à acessibilidade estão em vigor... o que falta? Somente conscientização por parte dos dirigentes (geração gerenciadora) para que:
- Priorizem os equipamentos de acessibilidade instalados, com manutenção e incentivo à sua utilização por pessoas idosas, obesas, cardíacas, acidentadas, gestantes, mães com carrinho de bebê, com compras, etc... a fim de que, quando chegar alguém, em uma cadeira de roda, o equipamento esteja em condições plenas de uso.
- Instalem novos equipamentos de acessibilidades (elevadores, rampas, iluminação, placas em braile, pisos táteis, avisos sonoros, etc., e os mantenham funcionando.
- Respeitem as Leis de Acessibilidade, não só nas suas imposições, mas também nas suas razões.
Como Acessibilizar a sua Loja ou o seu Condomínio?
A Hardee, fabricante de elevadores para acessibilidade e carga, tem uma linha completa de equipamentos que se encaixam perfeitamente dentro do orçamento de uma empresa, condomínio ou particular. O espaço disponível para instalação também não é problema. Há sempre uma forma de projetar as dimensões do equipamento ao local. O mais importante: a utilidade x custo benefício é sempre compatível com as necessidades do cliente.
E a manutenção?
Os elevadores destinados a pequenas alturas, até 5 pavimentos, são fabricados dentro do processo hidráulico, cujo custo de manutenção em energia elétrica é mínimo (só utilizado na subida da plataforma); os custos de manutenção preventiva são irrisórios pela ausência de peças sofisticas, bem como os custos de manutenção corretiva. A Lift Service, empresa que executa a venda, instalação e manutenção dos produtos Hardee, situada no Nordeste, está há 10 anos no mercado e há nove anos em parceria com a Hardee, disponibiliza a mais experiente equipe de técnicos para atendimento desses equipamentos. Não pense nos problemas de acessibilidade... Hardee e Lift têm as soluções!



