Corredor Cultural

É inegável a existência de um “Corredor Cultural” entre o final da Praça Manoel Duarte, precisamente, no Museu Chalita de Arte Brasileira, passando pela futura Casa do Patrimônio, sede do IPHAN Alagoas, Museu da Imagem do Som, Associação Comercial de Maceió, Fundação Teotônio Vilela, Secretaria Municipal de Cultura, Memorial da república, Museu Théo Brandão, Memorial Pontes de Miranda, Casa Jorge de Lima, Espaço Cultural da UFAL com a Pinacoteca, Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, Casa da Palavra, Museu Palácio Floriano Peixoto e Museu de Arte Sacra da Fundação Pierre Chalita. São, exatamente, 15 instituições, apenas nesse trajeto.

È possível, que a maioria do maceioense, nem saiba da existência de todos estes equipamentos culturais, quanto mais quem vem apenas visitar a cidade. Por quê? A Secretaria de Cultura e de Turismo, seja municipal ou estadual, deveriam estar integradas para que pudessem, em conjunto, trabalhar o turismo de praia e lagoa e turismo cultural. Só assim a cidade de Maceió ganharia o destaque necessário a movimentar a máquina cultural. Mas para isso é necessário que estas atrações sejam vendidas lá fora, juntamente com os pacotes que trazem esta demanda para Alagoas.

É preciso que este “Corredor Cultural” seja traçado num mapa da cidade, com elementos informativos e visuais capazes de motivar as visitas. Estes mapas, tipo folders, deveriam estar em cada balcão de hotel, pousada, agência de viagem e aeroporto. O mapa daria a direção certa para o “Corredor Cultural” e marcaria os demais pontos de cultura da cidade.

As Secretarias de Cultura, municipal e estadual, juntamente com as Secretarias de Turismo, também municipal e estadual deveriam fazer o lançamento desse material, convidando todos os guias de turismo, motoristas de táxis, agentes de viagens e todo o aparelho da indústria turística de Alagoas, apresentando a sua capital e até mesmo outras cidades, como Penedo, Marechal Deodoro etc. Mas seria necessário que este mapa existisse, como um instrumento para a busca dos equipamentos culturais do, ora virtual “Corredor Cultural”.


por Benedito Ramos