A Voz do Comércio nº 28

Editorial

Olá, Colegas comerciantes!

O nosso jornal de dezembro e janeiro vem com algumas propostas “desafiadoras”, cujo propósito é o de nos lembrar que “Final de Ano” não pode ser encarado como término da nossa missão e nos deixarmos relaxar como um campeão ao final do último jogo de um campeonato...
As “épocas” do comércio são contínuas e nós, profissionais deste importante setor de abastecimento e distribuição, não só devemos estar “apostos” para bem servir a população nas suas necessidades básicas como somos os responsáveis por tornar as compras prazerosas e apresentar novos produtos que os clientes ainda não sabem que precisam...
 
Dezembro é aquela loucura... Nós não precisamos vender. Nossa função é o de adivinhar de quais produtos o cliente precisa levar para atender a sua lista de compras. Quanto mais solícitos e pacientes formos, melhores impressões causaremos àqueles novos clientes, que entrarem pela primeira vez em nossa loja, e estaremos um passo de sua fidelização.  Os colegas que assistiram às duas palestras realizadas pela Aliança Comercial sobre “Estratégias de Vendas”, por certo, estão contabilizando seus lucros neste momento.

Vamos falar de janeiro: Um mês de grandes possibilidades comerciais. É preciso estar atento com relação às “épocas” que, muitas vezes, não passam de uma semana:
- As trocas da primeira semana de janeiro. Além daquela atenção peculiar para solucionar o presente de Natal que não caiu bem no presenteado, é o momento de mostrarmos nossas habilidades de vendas e apresentarmos as linhas como a “Moda Verão” a “Volta às Aulas” a “Linha de Férias” e outras “Linhas” que se encaixem com o mês... Lembrar que a “Ponta de Estoque” é um grande chamariz pós-Natal, devendo ficar na entrada da loja com um grande cartaz de desconto.

Janeiro é um grande mês de compras, porque é nele que todos procuram “os Presentes de Natal que não ganharam”. É também o mês das liquidações e das trocas de guarda-roupa, principalmente, daquelas pessoas que irão viajar e querem levar roupas adequadas para as  férias...

Vamos lá, colegas! Vamos fazer de janeiro de 2012 um grande mês de vendas. Como temos mais tempo para dispensar aos nossos clientes, vamos passar e-mail, torpedo, ligar... Lembremo-nos das pessoas que se lembraram de nós em dezembro... Para terminar, um ótimo Natal a todos e um início de ano ainda melhor. Boas Festas!

Silvânia Ferreira da Silva
Presidente  da Aliança Comercial

 

Mensagem de Final de Ano

Ao encerrar de mais um ano de muito trabalho e dedicação, Comerciantes, Comerciários e todas  as demais categorias de trabalhadores que atendem “no” ou “o” Comércio de Maceió têm muito a comemorar. O ano de 2011 foi ótimo em todos os sentidos, um ano de muito trabalho e de muitas vitórias – profissionais e pessoais.  Se houve alguns “senãos”, estes fizeram parte de um aprendizado que envolveu e aproximou Comerciantes, Comerciários, Poder Público e População em Geral a fim de poderem enfrentar e conviver com os perigos e a realidade de uma cidade em desenvolvimento. 

O Ano Novo de 2012 tem marcado, no próprio calendário, várias datas relacionadas com o crescimento quantitativo e qualitativo de empresas que iniciarão suas atividades comerciais. Virão para somar e escrever páginas de progresso por toda Maceió. Estimularão a modernização do setor, criarão novas modalidades de comercialização, transformando para melhor, pela via da concorrência, o “Atendimento” e a “Qualidade dos Produtos”.

A Associação Aliança Comercial de Maceió tem, neste contexto, o dever de acompanhar o crescimento e a modernidade do setor a fim de continuar a missão de aglutinar e representar o setor em todas as ocasiões e situações. Veja que me referi a “aglutinar” e não “reunir”, uma vez que a intenção é a de “unir”, “fundir”, ou seja, tornar inseparável o Comércio da Aliança.  A Aliança e o Comércio possuem os mesmos objetivos formando uma só sociedade. São Comerciantes que dirigem a Associação Aliança Comercial. É por meio dela que o Comércio tem sua
legítima representatividade. Há muito a ser feito em prol do Comércio via Aliança. Vamos pensar positivo em 2012. Façamos um Planejamento Estratégico a fim de escolhermos as prioridades e um Plano de Ação com a finalidade de não perdermos o foco das nossas necessidades. Participem da Aliança, enviem sugestões, compareçam às reuniões, vote nas eleições e se coloquem à disposição para serem votados e trabalharem para o bem comum.

A união de todos leva à prosperidade de cada um.

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

Silvânia Ferreira da Silva
Presidente da Aliança Comercial

 

Coluna Marketing
Administº Douglas Ferreira
Diretor da Axion

MARKETING/MERCHANDISING – VITRINA - PARTE III

Anteriormente, aprendemos sobre o Visual Merchandising e sua importância. É ele que faz a ponte empresa-cliente, estimula e convida o consumidor para dentro da loja, sendo o responsável maior por fazer aumentar as vendas em seu estabelecimento. Também aprendemos sobre sazonalidade e datas promocionais, quesitos essenciais na hora de compor uma vitrina.

Você sabia que a reação das pessoas mediante a um cenário de uma vitrina é sempre positiva ou negativa e raramente neutra? Ficou preocupado com a questão? Não é preciso. Com algumas dicas fáceis e muita criatividade, podemos construir uma vitrina perfeita. Que tal conferir?

Em primeiro lugar, conheça seu público alvo. Quem é seu cliente, o que ele gosta, que clientes você gostaria de atrair para a sua loja? Quem são seus concorrentes, o que eles expõem e como expõem?

Depois faça um planejamento, inclusive orçamentário se pretende utilizar tecnologia para incrementar o visual da vitrina. Escolha um tema. Lembre-se da sazonalidade e das datas promocionais e faça um rascunho (um desenho simples de como você vê a sua futura vitrina para servir de guia e se ter a noção exata de onde ficará cada elemento).

Escolha os elementos que serão expostos. Dê preferência aos que têm em estoque.

Evite o excesso de produtos e a poluição visual. Excesso de informação além de não destacar o produto, tira o charme da vitrina. Cuidado com os adesivos de cartão de crédito, troque-os por pequenos displays colocados discretamente entre as mercadorias.

Trabalhe em grupos (espaços entre displays e produtos). Os grupos estão divididos entre: masculino, feminino e infantil. Os espaços entre as mercadorias ajudam a controlar a poluição visual, facilitando a leitura do cliente e traz para a vitrina o equilíbrio. O espaço ideal entre displays é de 30 centímetros.

Cuidado com a iluminação! Esta deve ser sob medida. Nem mais, nem menos. É a iluminação que harmoniza a vitrina.

Não coloque em exposição roupas amassadas, com alfinetes e alinhavos aparecendo, botões faltando, nem produtos com defeito. Mantenha tudo em seu lugar, prateleiras bem arrumadas valorizam a loja e causam boa impressão aos clientes.

Uma norma que vale sempre lembrar  o “tempo de exposição”. Troque o tema a cada sete, 15 ou 30 dias. Lembre-se que as vitrinas necessitam de movimento, rotatividade a fim de se tornarem atrativa ao olhar do cliente/consumidor. Este é um dos fatores determinantes no aumento das vendas. Há clientes que ficam esperando a mudança das vitrinas para entrarem nas lojas... É como um sinal de que há novos produtos à venda.

Como podemos observar, criar uma vitrina não é tão difícil. Caso você tenha dúvidas, há profissionais especializados no assunto que podem lhe ajudar. Boas vendas.

 

A ALIANÇA COMERCIAL REALIZA UM DIA FESTIVO NO CALÇADÃO DO CENTRO


A PM ganhou um quiosque climatizado na esquina da R. do Comércio e R. do Livramento. Desta forma, o Comando do Policiamento do Centro ficou mais próximo da população que circulam no Calçadão.


O "Domingo no Calçadão" contou com várias atrações, entre elas a Ginga Terapia. Um grupo de terapia da Pestalozzi incluiu pessoas de todas as idades na prática do Jogo da Capoeira. Outro grupo da Pestalozzi é o Afro Lizzi, formado por percussionistas.


O Sesc enviou o Grupo da Terceira Idade, dançarinos que se dedicam na preservação e divulgação do Folclore regional. Apresentaram o Pastoril.



A ALIANÇA COMERCIAL PROMOVE PALESTRAS MOTIVACIONAIS VISANDO VENDAS DE NATAL

Duas palestras importantes marcaram o mês de novembro, para a Aliança Comercial: A Palestra de 8 de novembro, com o palestrante Alexandre Fernandes e a de 30 de novembro com o palestrante Márcio Yab.

As palestras versaram sobre o Final de Ano e as Vendas de Natal. A Aliança Comercial disponibilizou o seu auditório e cobrou como taxa simbólica, um brinquedo. Algumas lojas contribuíram com mais doações o que garantiu uma quantidade razoável para ser distribuída às crianças carentes que circulam pelo calçadão do Centro.  

A experiência realizada pela Aliança Comercial foi apoiada e aplaudida por muitos comerciantes que, não só enviaram seus colaboradores às palestras, como lá compareceram. Ficou claro para a Aliança que esta é uma ação que deve continuar.

 

 

Coluna Judiciária
Advogado Fabrício Maciel

Pequenos cuidados que evitam a Demanda Judiciária


Segundo dados do PROCON AL, as 10 empresas mais reclamadas -em 2010-  tiveram como motivação para a abertura de reclamações naquele órgão os seguintes fatos : falta de peça de reposição, garantia, troca de produto, demora na entrega de mercadoria, defeito ou vício na compra realizada.

Mediante essa comprovação, eu me arriscaria em declarar que a maioria das demandas judiciais que envolvem o empresário lojista se dão em função da não observação de pequenos detalhes no atendimento, no descuido no momento da comercialização, e principalmente na falta de conhecimento do Código de Defesa do Consumidor.

E aqui abro parênteses para afirmar que o sentimento da maioria dos comerciantes é de serem reféns da imposição dos próprios clientes no momento que estes argúem a aplicação da Lei 8.078/90, quando geralmente tanto o consumidor quanto o lojista  não estão  bem orientados na preservação de uma boa relação de compra  e venda.

Diria inclusive que isso, muitas vezes, é culpa também dos órgãos legitimadores da lei, os quais -por muitas vezes- não esclarecem melhor à população que a relação comercial é um canal de direitos, mas  de obrigações, e que atingem não só o comerciante mas também aqueles que consomem.

Não seria um absurdo também indicar que percebemos uma indústria de dano moral, que o poder judiciário tem a duras penas tentando reeducar os seus jurisdicionados.

O primeiro ponto a ser então abordado é a necessidade de uma mobilização por parte dos lojista no sentido de buscarem esclarecimentos quanto ao seu papel na relação de consumo, seja como fornecedores intermediários, seja como fornecedores finais de serviços ou de produtos.

O código de defesa do consumidor não fora unicamente criado para proteger apenas o consumidor, mas também  para educá-lo, e diferente do que se imagina, o sentido de justiça não é disparar a ermo direitos sem justificativa, mas implica a construção de uma relação segura no momento de se adquirir bens e serviços, logo é preciso que fique claro que isso é interessante para o lojista.

Em nossa prática, percebemos consumidores exigindo direitos que a lei não lhes dá guarida, como por exemplo, troca imediata de produtos comprados de forma presencial, em loja física, sem prévia estipulação de condição, nem  previsão dada pela loja, e muito menos previsão legal, e com isso gerando a expectativa de direito que não existe.

Devido a isso, move-se a máquina do judiciário, gasta-se com advogados, e não se chega a lugar nenhum.

A maioria dos conflitos flagrados nas empresas de comércio varejista poderiam ter sido evitados, pois conforme citado anteriormente se referem à troca de mercadorias, que o lojista desconhece o prazo, o tipo de produto que está obrigado a trocar, recebimento de cheques, apresentação antecipada de cheques pré-datados, falta de informação visual sobre a decisão de não aceitar cheques, placas sobre preços e condições de pagamentos, entre outros.

Há ainda situações em que um cadastro mal feito, na loja, acaba por levar ao registro do devedor com o CPF de outro consumidor. É ação  e indenização na certa ! Esse equívoco é a causa de várias ações ingressadas na Justiça. Além disso, o prazo de permanência do nome do consumidor no SPC não pode ultrapassar  cinco anos. A loja é responsável tanto pela inclusão  quanto pela exclusão do nome do devedor ao fim desse prazo.

As ações de consumidores contra o comércio lojista, envolvendo pequenos problemas, cresceram 30% nos anos anteriores. Alguns casos chegam a passar primeiro pelos órgãos de Defesa do Consumidor (Procon) e, quando o consumidor não encontra respostas, acaba por ingressar com ações no Juizado Especial. A ação deve ser evitada pois representa custos. Às vezes, um cheque pré-datado que o empresário representou antes do tempo combinado, inicialmente de R$ 100, pode acabar em uma indenização. Ao nosso ver, caso os comerciantes  atentassem para o investimento na formação dos funcionários e na utilização da informação para o esclarecimento dos  consumidores que procuram o seu produto, teríamos o decréscimo acentuado de ações judiciais.

A loja precisa informar preços, taxas de juros, diferença do valor da mercadoria a prazo e muito mais. Está na lei. Tem que ser observada, pois a loja que não obedecer a ela, pode ser autuada.


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Últimas Notícias

Viu o resultado? No Centro, dá para comprar mais... com menos!

A época de Natal foi das melhores para o Comércio do Centro de Maceió e para os clientes. Variedade e preços baixos foi a tônica dos últimos dois meses do ano.

A abertura das lojas aos domingos facilitou as compras para as pessoas que vieram dos bairros afastados e do interior. Com um trânsito mais "leve" e mais vagas nos estacionamentos, ficou mais cômodo e agradável a maratona de compras natalinas.

A última semana antes do Natal foi recorde em pessoas transitando pelo Calçadão. Os comerciantes ficaram satisfeitos com os resultados, pois investiram pesado em estoques e na contratação de funcionários. Para janeiro, ainda é esperado um considerável movimento que incluem as esperadas trocas de mercadorias e as promoções de "pontas de estoque".



Coluna Cultural
Arquitª Renata Marques

O Centro de Maceió tem muitas atrações culturais

Eventos que acontecem no Corredor Cultural:

Exposição: "Um Cano - Fluxo de Novas Artes’’
 
A galeria NaCasa apresenta de 10 de novembro de 2011 a 15 de janeiro de 2012, Um Cano – Fluxo de novas Artes, exposição coletiva que conta com obras de Daniel Hogrefe, Herbert Loureiro, Luiz Vasques, Mariana Tavares, Rodrigo (Gilbef) Gonçalves e Vitor Salessi. Tal coletiva é composta de trabalhos contemporâneos em artes visuais, reunindo artistas jovens que estão se destacando e construindo um novo circuito de arte na região. O nome Um Cano – Fluxo de Novas Artes corresponde a esta nova perspectiva e remete aos conceitos de suporte e movimento. A abertura do evento foi no dia 10/12/11, a partir das 16h, contou com a presença dos artistas, a organizadora do espaço, Renata Marques, confirma uma performance e vídeo-instalação do artista Vitor Salessi em parceria com Nivaldo Vasconcelos, além do funcionamento de um bar e discotecagem colaborativa. A galeria NaCasa abre de segunda a sexta, das 14h às 18h.Praça Rayol - Jaraguá


Teatro: Deodoro encerra 2011 com espetáculo de gala.
Teatro Deodoro encerrou o ano com Concerto de Natal em 20 de dezembro
Parceria entre DITEAL e UFAL levou o CORUFAL e Orquestra para o palco centenário de Alagoas

Encerrando as atividades do ano e comemorando as festividades natalianas, a Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (DITEAL) em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) realizou, na terça (20) às 20h, um Concerto de Natal, no Teatro Deodoro, com ingressos limitados. Informações pelo: (82) 3315-5651 / 5665.

No repertório, além dos tradicionais cantos natalinos, o concerto A Primavera, de Vivaldi, com solo de violino de Fagner Magrinelli, e duas obras inéditas: uma de Nilton de Souza, Alagoana n. 2 – Fantasia sobre um tema do Pastoril Alagoano, e outra de Eduardo Xavier, Coco, além de quatro jornadas de pastoril com a participação do Pastoril Menino Jesus, de Maceió. Os solistas são Bruno Sandes, Elvira Rabelo, Claudiana Melo, Eduardo Xavier e Érick Robert.  A participação do Coro e Orquestra da Universidade Federal de Alagoas sob a batuta de Nilton de Souza. Regente do Coro Gustavo Campos Lima.

"Esse foi um ano produtivo para todos nós no Teatro Deodoro e Teatro de Arena, e nada mais justo  encerrarmos o ano com um belíssimo evento que é o Concerto de Natal, reafirmando a parceria que retomamos este ano com a UFAL, que comemorou 50 anos em 2011", explicou o Diretor-Presidente da DITEAL, Juarez Gomes de Barros.

A apresentação teve a participação da Orquestra da UFAL, CORUFAL e  dos solistas: Claudiana Melo, Bruno Sandes, Euvira Regina e Erick Robert. O regente do CORUFAL, Gustavo Campos Lima, participando também deste concerto.

 

A PARCERIA ALIANÇA COMERCIAL E PREFEITURA MUNICIPAL DE MACEIÓ

Presidente da Associação Aliança Comercial de Maceió, Silvânia Ferreira, entendeu ser primordial estreitar relações com as Secretarias Municipais de Maceió responsáveis pela manutenção e melhoria do Centro. Ao procurar os Secretários, obteve destes toda a atenção com relação aos problemas que mais preocupavam a Aliança Comercial:

SECRETARIA MUNICIPAL DA CONSTRUÇÃO DA INFRAESTRUTURA:
A Secretaria de Infraestrutura não só tomou conhecimento das preocupações da Aliança, com relação ao piso do calçadão que necessita de constantes reparos por conta da entrada de veículos pesados, que lá adentram, fora do horário comercial, como providenciou uma equipe a fim de que cuidasse desses reparos.
ATENÇÃO - Dentro do quadrilátero formado pelas ruas destinadas apenas à passagem de pedestres, NÃO É PERMITIDA A ENTRADA DE VEÍCULOS MOTORIZADOS. O tráfego de veículos nesta área danifica o piso do “Calçadão” o qual foi projetado e construído para ser “suspenso” sobre galerias de esgoto e águas pluviais; cabeamentos de eletricidade e fibra ótica de telefones; e encanamentos de água potável. Quando uma peça do piso é quebrada (cerâmica ou suporte da cerâmica), abre-se um espaço para uma das galerias, expondo um perigo iminente ao pedestre.

SUPERINTENDÊNCIA MUNICIPAL DE CONTROLE DO CONVÍVIO URBANO
A SMCCU aderiu a uma parceria com a Aliança Comercial e está atenta na aplicação das regras pela ocupação e organização dos espaços do Calçadão pelos camelôs. Qualquer negligência, neste sentido, significa uma invasão geral de barracas que inviabilizaria o “Shopping Aberto” que há anos vem sendo planejado para se tornar um “Condomínio Comercial Organizado” com a finalidade de manter a tradição do Centro, oferecendo alternativas de compras fundamentadas na variedade e na economia para toda a população da cidade e do interior.

SUPERINTENDÊNCIA MUNICIPAL DE ENERGIA E ILUMINAÇÃO PÚBLICA
A SIMA, atendendo uma solicitação especial da Aliança Comercial, fez uma manutenção geral na iluminação do Centro visando a dar mais conforto e segurança aos clientes, comerciários e comerciantes que permanecem no Centro, após anoitecer.

SUPERINTENDÊNCIA MUNICIPAL DE TRANSPORTE E TRÂNSITO
 A SMTT é outra parceira importante dos comerciantes do Centro. A organização do fluxo de trânsito e a vigilância para os abusos que aumentam muito, nesta época do ano são fundamentais, bem como a proibição de entrada de motos e carros no calçadão, durante o horário comercial. Agora, falta achar uma fórmula de impedir que veículos estacionem ou circulem por este espaço, também nos horários das lojas fechadas, a fim de que caminhões e utilitários não danifiquem o piso do calçadão... Outra intervenção importante que a SMTT iniciou é a sinalização das ruas como orientação para motoristas e pedestres.   

SUPERINTENDÊNCIA DE LIMPEZA URBANA DE MACEIÓ
A SLUM disponibilizou, conforme matéria divulgada na edição anterior, 20 lixeiras para os lojistas que se interessaram em adotar e cuidar deste importante acessório para coletar o “pequeno lixo” produzido na comercialização de gêneros alimentícios, que assim deixam de ser jogado no chão e acabam nas galerias de águas pluviais, gerando enchentes nos dias de chuva.  A ideia foi tão bem recebida e trabalhada por parte dos comerciantes parceiros que mais 25 lixeiras foram solicitadas por outros comerciantes, ampliando assim a rede de capitação do “pequeno lixo”. A Campanha continua: a loja que estiver interessada em participar, deve ligar para a Aliança Comercial e se inscrever.



A ALIANÇA COMERCIAL INVESTE EM AÇÕES SIMPLES MAS DE RESULTADOS

LIPMEAZA DO CENTRO
A Aliança Comercial contratou, com recursos próprios, uma equipe de pessoas para limpar e pintar postes e paredes onde havia acúmulo de panfletos e cartazes colados. Em contrapartida, ganhou da Prefeitura a lavagem do calçadão nos finais de semana. Com isso, as galerias pluviais ficam desobstruídas e limpas para coletar as águas de possíveis chuvas.

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VISITA DO PREFEITO AO CENTRO
Está em processo de organização a visita do Prefeito de Maceió no Centro de Maceió. O convite foi feito pela Presidente da Aliança Comercial, talvez até para um “Café da manhã” com o objetivo de conseguir que o prefeito circule pelo Calçadão e conheça o anseio da maioria dos comerciantes em tornar o local um condomínio em forma de Shopping Aberto a fim de proporcionar à população do Estado um local organizado, seguro e confortável para as suas compras... Afinal, são mais 700 lojas com um variadíssimo mix de produtos e serviços na mais tradicional região do comércio do Estado. 

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CALENDÁRIO DE NOVEMBRO E DEZEMBRO PARA AS LOJAS DO CENTRO
Na edição anterior, a Aliança Comercial divulgou o Calendário de Final de Ano, a maioria das lojas aderiu abrindo aos domingos e feriados. O Resultado foi ótimo para todos. Clientes que se deslocaram para o Centro, atendendo ao chamamento das lojas, encontraram um comércio bem ativo onde puderam realizar as compras de Natal, com muita tranquilidade.  A presidente da Aliança Comercial agradece a confiança depositada nesta ação, por parte dos comerciantes e clientes, provando ser possível a efetivação do Shopping Aberto e abrindo grandes possibilidades de atrair clientes do interior que só possuem tempo disponível nos finais de semana e a comodidade de um trânsito mais ameno em Maceió.

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POLÍCIA MILITAR
A PM, por intermédio do Coronel Gilmar Batinga, providenciou o aumento do efetivo para o Centro, remanejando policiais que faziam a ronda das escolares, neste período de férias escolar.  Com isso, há mais segurança para os clientes e trabalhadores do comércio, neste final de ano. 

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Em novembro, houve a Convenção Sindical dos Comerciários  com a participação dos Sindicatos: Sindicato dos Empregados no Comércio no Estado de Alagoas – representado pelo presidente José Tadeu de Meneses Barros; Sindicato do Comércio Varejista de Maceió – representado pelo  Presidente do Sincomércio - Dr. Sílvio Arruda; representantes dos Grupos Walmart, Carajás e Ótica Boa Vista.  Uma reunião no escritório do Sindicomércio, definiu salários, bônus e direitos trabalhistas dos trabalhadores do Comércio de Alagoas. A Aliança Comercial, preocupada com a abertura das lojas nos finais de semana e feriados, provocou uma definição quanto à carga horária, descanso semanal e horas extras para os profissionais que atuam nas lojas e serviços no Centro e em toda a cidade de Maceió. Como todos os direitos dos trabalhadores estavam claros e assegurados, os Sindicados dos Trabalhadores aprovaram as propostas sem maiores entraves.

 

Notícias

PRÉDIO IBGE E O PROJETO DE SEGURANÇA

Está em continuidade o Projeto de Segurança do Centro. A Arquiteta Gardênia concluiu o projeto arquitetônico do prédio do IBGE. Agora, vem a parte mais delicada do processo que é a de conseguir os valores necessários para viabilizar todo o Projeto.  Entende-se que será preciso a participação de instituições financeiras, seguradoras e governos no primeiro estágio do Projeto. Em um segundo momento, os condôminos do Shopping Aberto do Centro, por meio de uma taxa condominial, dariam o aporte adequado para a aquisição e manutenção dos equipamentos de segurança, bem como da manutenção de uma equipe de segurança que trabalharia 24 horas, sob a orientação do Comando de Policiamento do Centro, tal qual nos shoppings fechados.  Desta forma, haveria garantia tanto para o patrimônio desses lojistas quanto para o público.


ALIANÇA COMERCIAL ALUGA PARTE DE SUA SEDE

A manutenção de um prédio antigo, como a Aliança Comercial, é dispendiosa. Se houver negligência, pode colocar a estrutura em risco e ser interditado. A fim de fugir desta triste realidade, a diretoria da Aliança Comercial decidiu colocar em prática o sistema de parceria. Uma empresa alugou o terceiro piso, o qual estava interditado devido às péssimas condições do telhado e piso. A Empresa investirá na reforma e descontará o valor desta nas parcelas de aluguel. Assim, o prédio volta a ter vida normal e, após o espaço de tempo do ressarcimento do valor da reforma, a Aliança Comercial passará a ter uma renda que ajudará nas despesas e poderá, ainda,  fazer investimentos em ações em prol do Comércio de Maceió.

O segundo piso, cuja reforma está em andamento em algumas salas, também poderá ter parte alugada. As salas destinadas à sede da Aliança precisam de melhorias a fim de poderem receber bem os associados, autoridades para reuniões do Comércio, palestras e cursos para os empresários e comerciários.

Uma série de serviços, destinados aos associados, está sendo estudado e serão disponibilizados no momento em que a sede da Aliança comportar o acréscimo de pessoas e equipamentos.

 

OPINIÃO
Silvânia Ferreira da Silva
Presidente da Aliança Comercial de Maceió

Vamos melhorar o Centro?

Estamos a um passo da inauguração do Shopping Popular. Todas as reclamações de «desconforto» pelas quais o Centro passa neste momento são atribuídas à presença dos camelôs. Com a transferência dessas barraquinhas e ambulantes do Calçadão, como ficará este magnífico espaço?

Como em uma batalha por um território, se não houver uma ocupação pela força vendedora, uma ocupação adequada, vigilância constante, manutenção e atenção dos interessados, em pouco tempo, outros interessados ocuparão o espaço e, daí,...

É o momento de investir! Investir na melhoria, investir no próprio negócio e no seu entorno. Quanto melhor for a apresentação de uma loja, melhor será a frequência - em qualidade e quantidade. O retorno garantido e a perenidade do ‘‘negócio’’ para outras gerações é o desejo de todo o comerciante.

Neste momento, se perguntarmos a 10 comerciantes qual seria o seu ‘‘Plano de Ocupação’’ a fim de que não houvesse a possibilidade de novos camelôs se instalarem no calçadão, por certo, teríamos 10 planos diferentes... Uns dariam algumas ideias como a de que os comerciantes de lojas usassem o calçadão como extensão das próprias lojas, preenchendo-o com bancas de produtos; outros jogariam a responsabilidade unicamente sobre os órgão da Prefeitura... Talvez alguém ventile a possibilidade de se ter «ilhas» de apoio aos clientes, como acontece nos «Shopping Fechados», com espaços sendo alugados, por temporada, para comerciantes regulares, com planejamento arquitetônico a fim de não obstruir a passagem dos clientes e mercadorias, cuja renda seja revertida para a melhoria do Centro... Para isso, seria necessário uma Coordenação mista entre Órgãos Públicos e a uma Associação de Comerciantes do Centro, a qual deveria ser a própria Aliança Comercial.     

O «Consenso» sempre foi algo difícil de se conseguir. Quando acontece, entende-se que haverá colaboração de todos. Para conseguir, é necessário que todos os comerciantes entendam que eles não estão só, que fazem parte de um grupo e que este precisa de articulações políticas sim, mas, muito mais de articulações de ações constantes a fim de que as decisões não fiquem restritas apenas a um pequeno grupo. Quando há a participação de todos, não há situação e oposição, há consenso de ideias que levam a ações cada vez mais rápidas.



Datas Comemorativas de janeiro

Janeiro é um mês de poucas datas comemorativas expressivas, mesmo assim, o comércio pode trabalhar o Marketing e o Merchandising a fim de incrementar as suas vendas, entretanto, com um pouquinho de criatividade, podemos tornar um dia, que até então estava adormecido, em uma data de grande movimento em nossa loja. Aí vão algumas sugestões:

1º de janeiro – Confraternização Universal / Ano Novo
- Se trabalhado bem, uma semana antes, o Dia de Ano pode vender bem muitos itens, além das peças de roupas nas cores brancas, amarelas, etc. Logo após o Natal, uma vitrina sugestiva vai mexer com as pessoas que pretendem se apresentar bem no dia Primeiro do Ano.
- As lojas de bebidas e comidas especiais para a data - por certo - não dispensarão a oportunidade de colocar um cartaz na porta e uma mesa repleta de produtos da época.

6 de janeiro:  Dia de Reis
- É o dia de retribuir o presente ganho no Natal... Como ainda não é tradição no Brasil, é preciso trabalhá-la. Algumas ações são necessárias por parte do comerciante a fim de chamar a atenção para a data e criar ofertas para o Dia de Reis.

20 de janeiro: Dia do Farmacêutico
- Para as farmácias, lembrar a data é homenagear o profissional do comércio de manipulação ou industrialização de remédios, cosméticos e produtos afins. Uma oportunidade de as farmácias fazerem publicidade (nas mídias ou nas lojas) lembrando deste importante segmento.  

22 de janeiro: Dia mundial da água
- As empresas que trabalham com a industrialização e distribuição de água mineral têm, nesta data, uma ótima oportunidade para agregar as suas marcas à data e, ao mesmo tempo, lembrar a todos da importância vital da água para o ser humano.

24 de janeiro: Dia Nacional dos aposentados
- Esta é uma excelente oportunidade para todo o comércio criar o Dia do Desconto para os Aposentados, como já o fazem as farmácias... Uma forma de trazer para dentro da loja novos clientes que poderão se tornar assíduos o ano todo.

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